Após uma visita à China, para avaliar as potencialidades desse mercado, Luís Febra, director-geral da Socem, não tem dúvidas que de se trata de um mercado que, «pela sua dimensão gigantesca, não pode ser ignorado», disse ao Região de Leiria.
O responsável pelo grupo de moldes sedeado na Maceira adiantou ainda ao semanário que está a estudar aquela região e só depois serão equacionados futuros investimentos. Luís Febra reconhece que os sectores da indústria automóvel e de electrodomésticos estão em franca expansão naquele país e vão potenciar o desenvolvimento dos moldes que podem tornar-se, «a curto-prazo, uma enorme ameaça» para Portugal.
Para que as empresas portuguesas consigam vencer o desafio, e Luís Febra acredita que conseguirão, «os empresários deverão agir mais rápido, ser mais flexíveis e pensar mais no longo prazo», salientou ao RL, adiantando que é preciso «actuar de forma mais inovadora, criando diferenciação». |