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Sound Particles vence prémio de melhor software

O software áudio “Sound Particles”, desenvolvido por Nuno Fonseca, docente do Politécnico de Leiria, venceu o prémio “Os Melhores do Portugal Tecnológico” para a área do Software, atribuído pela revista Exame Informática. A décima edição do evento, que distingue anualmente empresas e pessoas que se destacam nas áreas da Ciência e Tecnologia, decorreu a 16 de Maio. Os prémios são atribuídos pela redação da revista Exame Informática, com exceção da categoria “Personalidades”, que é seleccionado por um júri independente.

«É fantástico ser reconhecido a nível nacional pela inovação, dedicação e trabalho investidos no Sound Particles, que se tem revelado de facto uma ferramenta eficaz para as grandes produções cinematográficas nos estúdios de renome internacionais», revela Nuno Fonseca.

O Sound Particles, vocacionado para profissionais de som nas áreas do entretenimento (cinema, televisão, videojogos, realidade virtual, etc.), utiliza sistemas de partículas de forma a criar facilmente milhares de sons em simultâneo, dando origem a efeitos sonoros de elevada complexidade, e em pouco tempo. O software do docente do Politécnico de Leiria é único no mercado, e já se encontra a ser utilizado em estúdios de Hollywood como a Skywalker Sound (Disney), Universal, Warner Bros, Fox, Sony, Paramount, Pinewood entre outros.

Em Janeiro de 2017 o software 3D áudio Sound Particles foi um dos cinco nomeados pela norte americana Cinema Audio Society para o prémio “Outstanding Product” na área de pós-produção. A startup Sound Particles, actualmente a funcionar na Incubadora D. Dinis, em Leiria, é igualmente uma das 10 candidatas finais ao prémio nacional das indústrias criativas de 2017.

Com capacidade para lidar com milhares de sons em simultâneo, esta nova tecnologia é especialmente vocacionada para grandes produções cinematográficas, tendo já sido utilizada em filmes como o remake do “Poltergeist”, “The Forest”, “The Walk”, “Steve Jobs”, “Batman V Super-Homem”, “Tartarugas Ninja Heróis Mutantes: O Romper Das Sombras”, “O Dia da Independência: Nova Ameaça”, “As Caça-Fantasmas”, “Os Sete Magníficos”, e mais recentemente “Ghost in the Shell” e “Smurfs: a aldeia perdida”. «Com esta nova tecnologia, o computador consegue criar e gerir milhares de sons em simultâneo, conseguindo um resultado muito mais realista e com muito menos trabalho», explica Nuno Fonseca.

Nuno Fonseca é coordenador da licenciatura em Jogos Digitais e Multimédia do Politécnico de Leiria e professor no departamento de Engenharia Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPLeiria. É professor convidado da Escola Superior de Música de Lisboa, membro do Technical Committee on Audio for Cinema da Audio Engineering Society, e membro da Society of Motion Pictures & Television Engineers.

Fonte: IPL

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